sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Língua

Não obstante pequena e leve, a língua é, indubitavelmente, um dos fatores determinantes no destino das criaturas.
Ponderada - favorece o juízo.
Leviana - descortina a imprudência.
Alegre - espalha otimismo.
Triste - semeia desânimo.
Generosa - abre caminho à elevação.
Maledicente - cava despenhadeiros.
Gentil - provoca reconhecimento.
Atrevida - traz a perturbação.
Serena - produz calma.
Fervorosa - impõe a confiança.
Descrente - invoca a frieza.



Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Preces e Mensagens Espirituais. Ditado pelo Espírito André Luiz

realmente...
é coisa doida que dentro mexe
e esse papinho há muito já ficou desgastado

vambora conversar de novo
do novo...
um papinho bobo dali
uma coisa séria de lá

deixa tudo ficar quieto
mas deixa também, não ficar
vamos gritar até perder o ar

vamos à pé mesmo
distante...
vamos esquecer de esquecer


vamos relembrar em nossos braços
ao invés de tentarmos
nos esquecer em outros

correr até cair
rir até doer
beijar até cansar
dormir...

cadê o Sol no Mar?
o sal no lábio?
vai, me diz o que dizer
o que fazer...

você sempre tem o que falar...

blá-blá-blá...
cadê sua voz empostada agora??
eu não escuto...
muito menos leio algo em seus lábios...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

insensatez
confusão
dúvida
medo
receio
ânsia
nó na garganta
dor na barriga
suores nos pés e mãos
premores
exaustão
assimilação obrigatória
e mais obrigações
mudanças e mudanças
esperança
euforia
novos rumos
mente em franca expansão
conceitos mudados [talvez...]


aaah... agora sinto-me um ser quase completo... nooossa!!

segunda-feira, 15 de junho de 2009



no ínicio foi assim

uma coisa quase sem querer

recheada de quereres

como a boca deseja a saliva

a intensão?

querer e ter pelo tempo que fosse

dedilhar uma boba canção nas tuas costelas

perder meus dedos no teu pseudo black

tropeçar com entrega na tua "armadilha"


caí na armadilha por mim engendrada

achando que o querer que era desatento,

meio desleixado

crescia disfarçado em "puro desapego"

ô doce ilusão minha...

dizer: "eu curto o lance"

sempre me foi uma boa resposta rápida [por sinal as adoro! rs]

mas sem preceber ela já se fazia pouca [pra mim...]

a coisa já ia além

[mas eu continuava à dizer que "curtia"... rs...]

orgulho imbecil!


quando vi, já estávamos assim...

assim como?!

envolvidos [...]

nos braços, pernas, beijos

carícias e abraços



você... meu guia num parque de diversões

variadas sensasões

do arrepio no salgado toque de tuas mãos

ao gostinho macio-adocicado da nossa guerra labial



e eu ainda achava que seria

capaz de continuar a querer-te

[somente pelo tempo que fosse]

só não esperei que o tempo se fosse antes...


exatamente do jeito que você dizia

que as coisas não deveriam se envolver,
o tempo se foi

rápido, sem raciocínio [meu.]


talvez tenha sido minha lente de ver o mundo

muito arranhada [A culpada da minha desatenção]

ou meu relógio que andava atrasado

só pra te ter um pouco mais?



pelo tempo que fosse...

Cristine

domingo, 14 de junho de 2009

Kt Tunstall

___________.

O amor não nasceu pra ser maltratado

tampouco desperdiçado

O amor nasceu pra ser vívido e vivido bilateralmente

senão ele entra na contra-mão

cometendo um suicídio

esperando renascer pra um outro alguém.